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Sobre Nós

Se pensarmos que ZaZen é difícil, então o nosso ZaZen vai ser sempre sofrido, por isso é melhor não pensar absolutamente nada de ZaZen.

Simplesmente sentar-se.
Isso é tudo!

Se colocamos o ZaZen no centro das nossas vidas, então tudo é verdadeiro, tudo é verdadeiramente possível. 

Sem ZaZen… caminhamos, mas apenas levantamos o pó das ilusões…

Sentem-se cada dia e sintam, empurrem com o alto da cabeça o céu… sejam maiores que a vossa própria vida.
Ser maior que a própria vida é tornar-se Universal. 

Ser universal é ser uno com todos os seres… como um tigre na montanha, como um jacaré, com a água, o oceano, é estar com a lagartixa e o rouxinol, o corvo, a águia, é ser estrela, universo… Universal!

Um monge faz gasshô ao mestre e pergunta “Mestre, porque é que o meu ZaZen é difícil? Tenho dores, pensamentos, às vezes são os joelhos, outras vezes as costas, sonolência, falta de energia… Porquê ZaZen, porquê isto, porquê? Tenho até vontade de deixar o ZaZen!”

O mestre fez gasshô e responde: “Afinal monge, afinal tu tens tudo e ainda te queixas?!”

Empurrar o céu, o céu do vosso umbigo.

Fazer isso é deixar de regressar à máquina, ao pensamento, ao estereótipo, à cultura, ao jogo da mente, a isto e aquilo, ao apego e à aversão… é regressar à unidade, esse é o ensinamento acessível aos Bodhisattvas.

Situar-se no umbigo do universo, na matriz original.

É dançar… ser corvo, pássaro, tigre ou crocodilo, ser formiga, ou voar nas suas próprias asas, é fazer amor com todos os seres.
Isso é ZaZen!
Ser maior que a própria vida – Universal.

Se abandonamos o difícil e fácil então tudo pode ser!

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